Rotary Club participa do Dia D da Campanha de Vacinação contra paralisia infantil e sarampo

Rotarianos acompanharam as vacinações e distribuíram bexigas, balas e doces para as crianças

Por Mariana Areco Torres 08/08/2018 - 16:00 hs
Foto: Divulgação / Rotary Club
Rotary Club participa do Dia D da Campanha de Vacinação contra paralisia infantil e sarampo
Rotarianos acompanharam as vacinações e distribuíram bexigas, balas e doces

O último sábado (4) foi o início e Dia D da Campanha de Vacinação contra a paralisia infantil e sarampo na cidade de Registro.

Todas as unidades de saúde ficaram abertas para atender o público das 8h às 17h.

Na ocasião, integrantes do Rotary Club de Registro estiverem presentes dando apoio nas Unidades de Saúde dos bairros Vila Nova e Jardim São Paulo.

Durante todo o dia os rotarianos acompanharam as vacinações e distribuíram bexigas, balas e doces, tornando assim o momento da vacinação menos dolorida e assustadora para muitas crianças. O gesto fez que com muitas delas saíssem sorrindo, ao invés de chorando.  

  

Além de ter participado ativamente da Campanha no último sábado, o Rotary também financia a vacina no mundo todo.

O público alvo da Campanha, que continua a todo vapor, são crianças de 6 meses a menores de 5 anos. É importante levar a caderneta de vacinação.

A Campanha é uma iniciativa do Ministério da Saúde, juntamente com as Secretarias Estaduais e Municipais.    

O objetivo é manter elevada a cobertura vacinal contra poliomielite nos municípios, visando evitar a reintrodução do vírus selvagem da poliomielite. 

Alerta Importante:

O Ministério da Saúde alertou recentemente que o Brasil pode voltar a registrar casos de poliomielite caso a cobertura vacinal seja inferior a 95% nos municípios.

Segundo informações do MS, 312 cidades não vacinaram nem a metade das crianças menores de 1 ano em 2017. Embora não haja casos atuais de poliomielite, a preocupação existe por pelo menos três motivos: o vírus já está em circulação em 23 países nos últimos três anos, o surgimento de um caso da doença na Venezuela em junho deste ano e, o efeito devastador da doença no país antes da sua eliminação graças à vacina.

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O Brasil não registra casos da doença há 28 anos e, embora este seja um dado extremamente positivo, talvez contribua para a resistência de alguns pais e mães em imunizar seus filhos, causando uma falsa sensação de que a vacinação não é mais necessária.

Se não fosse a vacina, segundo o Ministério, o Brasil não teria enfrentado um dos maiores desafios de sua saúde pública. Até a erradicação, foram 26.827 casos de poliomielite entre 1968 e 1989. Os anos 70 registraram a maior parte dos casos.

Foi só em 1989, com campanhas intensas e iniciativas nacionais, que o Brasil registrou finalmente registrou o último caso do vírus selvagem.